Lucas Paquetá sofreu uma fratura no quarto metacarpo da mão direita durante a vitória do Flamengo por 2 a 0 sobre o Cruzeiro, na última quarta-feira. O problema não é considerado grave e o meia está liberado para treinar e jogar normalmente, usando uma imobilização no local.
O departamento médico do clube preparou duas proteções para o camisa 20. Uma delas é mais firme e feita para ser usada em casa e em outras situações do dia a dia. Na noite de ontem, o jogador publicou uma foto no Instagram usando o equipamento. “Tudo tranquilo por aqui”, disse.
A outra é pensada para os jogos, sendo menor e mais flexível, para não oferecer perigo a ele nem aos outros jogadores em campo. A prioridade da imobilização é restringir a mão e o punho de Paquetá.
Segundo apuração, o meia pode precisar usar a proteção por até quatro semanas, prazo médio para a cicatrização total. Apesar de se tratar de uma fratura, o problema não preocupou a equipe médica e a opção foi não vetá-lo dos próximos jogos.
Em meados do ano passado, Varela passou pela mesma situação, mas atuou em uma partida do Flamengo na fase de grupos da Libertadores sem limitações. Pedro foi o último jogador do elenco a usar uma imobilização, por uma fratura no antebraço direito em outubro de 2025.
No caso de Pedro, a proteção era diferente, chegando até o cotovelo. No final, o atacante nem usou-a em jogos oficiais, porque uma lesão muscular na coxa esquerda adiou seu retorno. O caso de Paquetá apresenta menos riscos e o meia deve ter facilidade para continuar jogando.
Ele está à disposição do técnico Leonardo Jardim para o clássico contra o Botafogo, no Nilton Santos, às 20h30 de amanhã, pela 6ª rodada do Brasileirão.
Em outro assunto relacionado ao elenco, o volante Saúl deu um passo em sua recuperação. O jogador começou a fazer atividades no campo e avança no processo de reabilitação após passar por uma cirurgia. A previsão é que ele volte a treinar com o grupo nas próximas semanas, aumentando as opções de Jardim para o meio-campo.
