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Diojns Freitas Guimarães
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Eleições 2018
Postado em: 29/10/2016 às 12h27
TAMANHO DA FONTE  A- A+
Guerra eleitoral prejudica futuro do RJ, alerta especialista
Disputa do 2º turno entre Crivella e Freixo começou com debate de propostas, mas tornou-se agressiva

O segundo turno da campanha eleitoral para a Prefeitura do Rio de Janeiro começou com os candidatos Marcelo Crivella (PRB) e Marcelo Freixo (PSOL) debatendo propostas de governo e evitando ataques pessoais. O respeito mútuo durou pouco: o que se viu nas últimas semanas foi uma campanha cada vez mais agressiva e focada em manchar a figura do opositor. Longe de ser benéfico, este processo prejudica o futuro da cidade, alerta o especialista em marketing e estratégia política Victor Trujillo, professor da ESPM.

Os números do TRE-RJ (Tribunal Eleitoral Regional do Rio de Janeiro) ilustram bem o clima da campanha: neste segundo turno, mais de 50 ações de direito de resposta, de ambos os candidatos, foram considerados procedentes pela corte, conforme levantamento do UOL. No primeiro turno, que tinha 11 candidatos, nenhum pedido do gênero foi aceito, 

Para Trujillo, o primeiro efeito deste cenário é o aumento da desinformação  e do engajamento dos eleitores. “A eleição fica mais indefinida, porque o eleitor não gosta de baixaria. O voto fica menos compromissado. O eleitor contuma votar por acaso e em branco ou nulo”, explica.

O processo de atacar o outro candidato prejudica o processo democrático e funciona melhor para quem está atrás nas pesquisas, porque tem menos a perder– segundo a última sondagem, Crivella tem 46% das intenções de voto, contra 29% de Freixo. Porém, acrescenta o especialista, a culpa do esvaziamento do debate no segundo turno, no Rio de Janeiro ou em outras capitais, recai sobre os dois políticos, já que a troca de farpas poderia ser contida por quem lidera pleito, se este optasse por não fazer o mesmo jogo.

O professor ainda aponta um terceiro culpado: a imprensa. Ele diz que grande parte da cobertura jornalística parece “querer ver o circo pegar fogo” e “espetacularizar” a disputa, favorecendo o clima de vale-tudo.

Efeito devastador

O grande problema da guerra eleitoral vem depois da eleição. “É criada uma animosidade [entre os defensores dos candidatos] que divide a cidade. Passado o momento eleitoral, o vencedor não consegue fazer um pacto com o cidadão para governar. Derruba-se uma ponte por onde passariam os eleitores de ambos. Qualquer um que ganhar pegará um cenário horrível, de terra arrasada”, diz Trujillo.

Segundo o especialista em estratégia política, instala-se neste processo um “sentimento de derrota do eleitor”, que deixa a cidadania de lado porque não aceita os projetos do político eleito, visto como inimigo.

“É o seguinte pensamento: por que vou cuidar do patrimônio público se o prefeito não me representa? Não votei nele, odeio esse candidato”, exemplifica o professor. “A prova mais recente e emblemática deste processo foi com Dilma Rousseff (PT), que foi reeleita presidente e não conseguiu governar.”

 



 
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